REMOÇÃO DE MANGANÊS EM ÁGUA BRUTA DA ETA V DE ARARANGUÁ

  • Julia Guimarães Corrêa
  • Carolina Resmini Melo Marques
  • Morgana Nuernberg Sartor Faraco
  • Aline Resmini Melo Faculdade Satc

Resumo

A presença do manganês em águas subterrâneas é comum, no entanto para que essa água seja destinada ao abastecimento público e consumo humano é necessário passar por um tratamento visando a remoção desse metal e sua adequação para os parâmetros de potabilidade de acordo com a Portaria 5/2017 do Ministério da Saúde. Esse artigo apresenta diferentes processos para a remoção do manganês, que ainda estava presente após o tratamento convencional da ETA (Estação de Tratamento de Água) de Araranguá, que abastece toda a região do município do Espigão da Pedra. Para a remoção deste metal foram testados os seguintes métodos: cloração e filtração, adição de filtro de carvão ativado, adição de um aerador, adição da solução de ortopolifosfato de sódio, mantendo os métodos anteriores, e ainda a adição de um filtro com meio filtrante de zeólita clinoptilolita, mantendo apenas a filtração convencional e cloração. Após a realização de análises, o método de filtração com meio filtrante de zeólita clinoptilolita foi o mais satisfatório para a ETA V de Araranguá, em que os valores da quantidade de manganês presente em água tratada reduziram de aproximadamente 0,5 mg/L, para 0,010 mg/L. Sendo assim, a água voltou a estar dentro dos parâmetros determinados pela Portaria 5/2017 do Ministério da Saúde, já sem risco a saúde ou outras consequências aos moradores que consomem e utilizam essa água.  

Biografia do Autor

Aline Resmini Melo, Faculdade Satc
Departamento de Engenharia Química
Publicado
2021-12-20
Como Citar
CORRÊA, J.; MARQUES, C.; FARACO, M.; MELO, A. REMOÇÃO DE MANGANÊS EM ÁGUA BRUTA DA ETA V DE ARARANGUÁ. Revista Vincci - Periódico Científico do UniSATC, v. 6, n. 2, p. 217-235, 20 dez. 2021.
Seção
Engenharias e Tecnologias