ANÁLISE DE DIFERENTES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO DE ÓLEO ESSENCIAL DE CRAVO-DA-ÍNDIA (Syzygium aromaticum)

Autores

  • Otávio Bernhardt Corrêa UniSATC
  • Aline Resmini Melo Centro Universitário UniSatc
  • Carolina Resmini Melo Marques UniSatc

Resumo

A busca de compostos de origem natural que possam vir a substituir ou promover o desenvolvimento da sociedade de forma mais sustentável, vem sendo cada vez mais estudada, com a justificativa de evitar o uso de produtos industrializados e sintetizados, os quais muitas vezes podem causar problemas aos seus consumidores. Para tanto, os óleos essenciais são estudados, e cada vez mais descobertas vêm sendo feitas e as suas aplicações são vastas. Porém, os óleos essenciais são compostos que normalmente produzem baixo rendimento extrativo, e há disponível inúmeras formas para efetuar sua extração. Contudo, o estudo promovido teve como objetivo analisar as metodologias extrativas para o óleo essencial de cravo-da-índia. Efetuou-se três metodologias extrativas em escala laboratorial: arraste a vapor, hidrodestilação e extração por solvente orgânico. A técnica empregada que resultou em melhor qualidade e rendimento extrativo fora a de hidrodestilação, uma vez que seu rendimento foi a mais elevada das técnicas empregadas, estando de acordo com a literatura, e sua composição fora a mais pura. A análise de sua composição foi feita utilizando a Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), o qual foi possível determinar com precisão a presença do composto majoritário do óleo essencial, o Eugenol. Tal análise resultou na elevada correspondência com a literatura indicando assim a eficácia do método extrativo.

Biografia do Autor

Aline Resmini Melo, Centro Universitário UniSatc

Departamento de Engenharia Química

Arquivos adicionais

Publicado

2024-01-31

Como Citar

CORRÊA, O. B.; MELO, A. R.; MARQUES, C. R. M. ANÁLISE DE DIFERENTES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO DE ÓLEO ESSENCIAL DE CRAVO-DA-ÍNDIA (Syzygium aromaticum). Revista Vincci - Periódico Científico do UniSATC, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 261–281, 2024. Disponível em: https://revistavincci.satc.edu.br/index.php/Revista-Vincci/article/view/333. Acesso em: 24 abr. 2024.

Edição

Seção

Engenharias e Tecnologias