Visão computacional x aprendizagem profunda: os diferentes tipos de treinamento no desenvolvimento de veículos autônomos

Autores

  • Luiz Henrique Silva UNISATC
  • Marcos Antonio Jeremias Coelho UNISATC
  • João Mota Neto UNISATC
  • Fernando Guessi Placido UNISATC
  • Rafael Bernaldo UNISATC

DOI:

https://doi.org/10.70185/2525-6025.2025.v10.424

Resumo

O desenvolvimento de veículos autônomos depende de técnicas avançadas de processamento de imagem e inteligência artificial, sendo a visão computacional e a aprendizagem profunda duas abordagens fundamentais. Enquanto a visão computacional utiliza algoritmos tradicionais para interpretar imagens e extrair características específicas, a aprendizagem profunda emprega redes neurais para reconhecer padrões complexos e tomar decisões de forma autônoma. Neste estudo, foram comparados diferentes modelos de treinamento aplicados a um carro autônomo: um baseado em visão computacional, programado para seguir uma linha amarela central na pista, e outro em aprendizagem profunda, com 5 tipos de treinamento por clonagem comportamental. Os testes mostraram que a visão computacional teve dificuldades em condições de iluminação variáveis, resultando em erros na navegação, enquanto a aprendizagem profunda demonstrou maior precisão e adaptabilidade, conseguindo completar voltas na pista de forma consistente. Os resultados indicam que, embora a visão computacional seja eficaz para tarefas específicas, sua rigidez a torna menos eficiente em ambientes dinâmicos, enquanto a aprendizagem profunda se mostra uma abordagem mais robusta e promissora para o treinamento de veículos autônomos.

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Publicado

2026-08-06

Edição

Seção

Engenharias e Tecnologias

Como Citar

SILVA, Luiz Henrique; COELHO, Marcos Antonio Jeremias; NETO, João Mota; PLACIDO, Fernando Guessi; BERNALDO, Rafael. Visão computacional x aprendizagem profunda: os diferentes tipos de treinamento no desenvolvimento de veículos autônomos. Revista Vincci - Periódico Científico do UniSATC, [S. l.], v. 10, n. Mecatrônica, p. 247–265, 2026. DOI: 10.70185/2525-6025.2025.v10.424. Disponível em: https://revistavincci.satc.edu.br/index.php/Revista-Vincci/article/view/424. Acesso em: 7 ago. 2026.