Análise comparativa do desenvolvimento de aplicativos mobile

híbrido vs. nativo

Autores

  • Bruno Rosso Da Rocha UNISATC
  • Guilherme De Noni Marchioro Satc
  • Lucas Resendes Ferreira UNISATC
  • Leandro Antunes Ugioni UNISATC
  • Thyerri Fernandes Mezzari UNISATC

DOI:

https://doi.org/10.70185/2525-6025.2025.v10.445

Palavras-chave:

Mobile, Aplicativos Nativos, Aplicativos Híbridos, Software, Smartphone.

Resumo

O crescimento acelerado do uso de smartphones impulsionou pessoas e empresas inovadoras a desenvolverem aplicativos móveis, a fim de atender às demandas e necessidades dos clientes de forma mais prática e ágil. Quando uma empresa decide criar um aplicativo para atender ao mercado, ela se depara com a necessidade de escolher as tecnologias a serem adotadas. Na camada técnica, o desenvolvimento de soluções móveis pode ser dividido em duas abordagens principais: nativa e híbrida, cada uma com suas características, vantagens e desvantagens. Este trabalho tem como objetivo realizar uma análise comparativa entre dois aplicativos, desenvolvidos respectivamente com as abordagens de desenvolvimento nativo e híbrido, abordando aspectos financeiros, de manutenção e desempenho, com o intuito de esclarecer as principais diferenças entre essas duas formas de desenvolvimento de aplicativos móveis. A partir dessa análise, foi possível identificar cenários em que uma abordagem se mostrou mais vantajosa que a outra, permitindo, assim, oferecer uma base sólida para a escolha mais estratégica e eficiente da tecnologia a ser utilizada no desenvolvimento de aplicativos móveis.

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Publicado

2025-10-29

Edição

Seção

Engenharias e Tecnologias

Como Citar

ROCHA, Bruno Rosso Da; DE NONI MARCHIORO, Guilherme; FERREIRA, Lucas Resendes; UGIONI, Leandro Antunes; MEZZARI, Thyerri Fernandes. Análise comparativa do desenvolvimento de aplicativos mobile: híbrido vs. nativo. Revista Vincci - Periódico Científico do UniSATC, [S. l.], v. 10, n. 1, p. 117–133, 2025. DOI: 10.70185/2525-6025.2025.v10.445. Disponível em: https://revistavincci.satc.edu.br/index.php/Revista-Vincci/article/view/445. Acesso em: 21 jul. 2026.